Mascote de marcas - 5 coisas que você precisa saber

mascote de empresas é uma parte importante da comunicação visual da marca. Nesse texto saiba quais são os 5 pontos para entender a importância da criação de personagem e como criá-lo:

Como criar identidade visual de uma empresa?

identidade visual de uma marca é o conjunto de todas as coisas “externas” que remetem ao negócio em si.

Uma boa 
criação de identidade visual é a soma da tipografia, paleta de cores e comunicação com o cliente. Além do nome da marca, logo, slogan e todos os outros fatores que fazem com que a empresa seja única. E o personagem vai ajudar muito nesse processo!

Um bom trabalho é feito quando todos esses outros fatores conversam entre si e explicitam a ideia da empresa. Isso quer dizer: o que vendem, quais são os ideais, como trabalham e a relação com o cliente.

Se esse objetivo não for atingido, a estratégia deve ser repensada, pois esse é o melhor caminho para se tornar um líder de mercado.

Entenda mais sobre esse o processo de 
identidade visual aqui

O que é mascote?

Existem duas (provavelmente outras mais) definições sobre o que é personagem, também conhecido como mascote.

Aquela que o mundo todo está mais acostumado: a personagem de produções televisivas e a que estamos falando nesse conteúdo: o mascote que representa uma marca.

Quando falamos da segunda definição, 
qual é o personagem que vem primeiro na sua cabeça?

Quer um exemplo? A Lu, da Magazine Luiza.

mascote magazine luiza
A Lu é um exemplo excelente de personagem ou mascote.

A Lu é incrível para entender bem isso, porque ela é a personificação da marca, combina com as cores e tem uma voz própria. Além de ser super simpática.

mascote digital é um exemplo clássico do crescimento junto com a empresa. Ela nasceu em 2003 para auxiliar a compra de clientes no site. E foi crescendo ao longo dos anos, até se tornar a “influencer” que é atualmente.

Magazine Luiza, que é conhecida por lutar pelos direitos das mulheres, teve outra oportunidade de ganhar o público, mais uma vez, quando Lu foi assediada por internautas. A própria personagem repudiou o ato, que, mais tarde, levou a um botão de denúncia de assédio ser criado no próprio site deles.

mascote lu sobre mensagem
Lu se posicionando sobre o ocorrido.

Lu postou em suas próprias redes sociais (instagram e facebook) um gif com a seguinte legenda: Sobre receber cantadas desrespeitosas! Gente, tô chateada com algumas cantadas pesadas que ando recebendo aqui nos comentários. E olha que eu sou virtual! Fico imaginando as mulheres reais que passam por isso todos os dias! #respeito.

Nem precisamos falar, mais uma vez, que é um case maravilhoso, né?!

Um outro exemplo é o
Jorge, o mascote da Pineal Marketing.

Você consegue ver o uso dele aqui no nosso site, ou também em nossas redes sociais.

Por que ter um mascote de empresa?
mascote pineal Jorge
Jorge é nosso mascote e sempre está presente aqui com a gente.

Mesmo assim você ainda não está convencido de que criar um personagem vai te ajudar muito com identidade visual da empresa? Então trouxemos dados. 

Um estudo publicado em 2013 diz que nós temos uma forte tendência de enxergar o lado “humano” de tudo.

Começa quando somos crianças, quando tratamos nossos brinquedos como se estivéssemos em Toy Story. E vem até hoje, quando tratamos nossos animais de estimação como humanos.

A justificativa desse comportamento é que precisamos fazer ligações emocionais. E elas são mais fáceis de serem criadas quando encontramos similaridades entre nós e o “objeto”.

O decisor de compra do consumidor é a identificação com a marca. E ela acontece de maneira mais natural e mais frequente quando é encontrado um rosto. Seja ele de um objeto antropomórfico, um humano ou um animal.

Algumas vezes, inclusive, essa representação da marca é feita por alguém conhecido. Um exemplo bem comum são as empresas que escolhem influenciadores do Instagram para serem embaixadores.

Mas, por mais que essa estratégia possa funcionar bastante, um grande risco é corrido.

Ao usar uma pessoa como o rosto da empresa, se ela tomar alguma atitude negativa, as consequências caem sobre o negócio também. Querendo ou não, a queda de popularidade da pessoa na mídia, por conta de uma ação ou frase, afeta, também, a marca.

Isso porque as duas imagens são relacionadas, e, muitas vezes, o público entende como uma coisa só.

Quer um exemplo para ficar mais palpável?

Para entender melhor, não basta ir muito longe. Imagino que você deva ter ouvido falar do jantar que a influenciadora Gabriela Pugliesi fez na sua casa durante a quarentena.

Essa situação foi tão grave e tomou uma repercussão tão grande, que a blogueira perdeu parceria com grandes empresas. Inclusive, acabou perdendo futuras oportunidades, já que outros grandes nomes do mercado descartaram a possibilidade de outras parcerias.

O caso aqui é diferente, por não se tratar de uma personificação, como dissemos até agora. Mas fica claro de que essas marcas tomaram tal atitude por não quererem seus nomes relacionados com essa situação específica.

Essa separação das duas “imagens” acontecem de um jeito não tão difícil quanto poderia ser. Porque, mais uma vez, a influencer não era o rosto dessas empresas, mas se fosse o caso, a dificuldade seria infinitamente maior.

Quando um mascote é criado, você tem pleno controle do que ele faz, de como age e qual a impressão que quer ter. Essa é a maior vantagem, ele não faz nada que você não queira.

Como criar um personagem?

Antes do processo de criação do personagem ser iniciado, a identidade visual deve ser levada em consideração. Caso não combinem entre si, sua função não só não será feita, como pode atrapalhar a comunicação.

Mais uma vez a pesquisa do público alvo deve ser feita, a linhagem de comunicação deve ser padronizada e uma história deve ser construída.

Assim como todos possuem uma que história que moldou a personalidade única de cada um, com a história do personagem não pode ser diferente. Seus costumes devem ser definidos e cumpridos, sua maneira de falar, seus jargões e gírias também. Além de, obviamente, as características físicas serem também bem definidas.

Um detalhe importante: é necessário que ele também acompanhe as tendências de design contemporâneas. Continuar com os traços usados nos 
anos 2000 pode ser muito negativo para sua estratégia.

Quais são as tendências atuais de como fazer um mascote?

Nos últimos anos tem-se observado uma grande frequência em características realistas. Podem ser elas em mascotes humanos ou antropomórficos.

A riqueza de detalhes tem sido cada vez mais cobiçada e apreciada no mercado, sendo maior tendência de personagem, atualmente, em 3D.

Como dissemos em um conteúdo publicado no começo do ano
sobre as tendências para 2020, os desenhos feitos à mão voltaram a ser procurados.

Caso você ame desenhar, temos uma dica: a Faber Castell liberou vários cursos de desenhos grátis em sua plataforma. 
Clique nesse link e se aventure nessa nova oportunidade que pode abrir diante dos seus olhos.

Como escolher a empresa ideal para criar mascote da sua empresa?

Como atualmente a maior parte das vendas têm sido feitas online, principalmente por conta da quarentena, uma estratégia de marketing digital deve ser criada. Além disso, deve também conversar e trabalhar lado a lado do seu mascote.

A agência que for contratada deve entender isso e levar como uma prioridade. Trabalhar diretamente com agências de marketing digital vai facilitar muito.

Indo além, é necessário que os contratados entendam que o cliente é a prioridade e devem ser ouvidos. Afinal, ninguém entende melhor do negócio do que o próprio dono.

E, após esse processo, é fundamental que a estratégia de marketing deve continuar, porém com outro foco. Afinal, fazer somente o mascote não vai resolver seus problemas.

Nós da Pineal Marketing nos sentiríamos honrados de fazer tudo isso que dissemos para a sua empresa e fazê-la crescer dentro da web.

Para saber mais e pedir um orçamento, 
entre em contato conosco! 

Estamos aqui para fazê-lo nosso mais novo cliente!

Sobre a autora deste conteúdo

Antonella Catarina


Meu nome é Antonella Catarina (mas me chamam só de Antonella), tenho 20 anos, sou canceriana e estudo Letras na USP.
Uma das coisas que eu mais amo fazer é escrever. Escrevo desde pequenininha e sempre foi minha melhor maneira de me comunicar (mesmo falando demais). Além disso, eu amo ler, tirar fotos, viajar e aprender novas línguas.